Björk
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| Björk | |
|---|---|
Björk durante um concerto. |
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| Informação geral | |
| Nome completo | Björk Guðmundsdóttir |
| Data de nascimento | 21 de Novembro de 1965 |
| Apelido | |
| Origem | Reykjavík |
| País | |
| Data de morte | |
| Gêneros | Música Eletrônica |
| Ocupação | {{{ocupação}}} |
| Instrumentos | Piano Flauta Harpa |
| Instrumentos notáveis | {{{instrumentos_notáveis}}} |
| Tipo vocal | {{{tipo_vocal}}} |
| Período em atividade | 1977 – presente |
| Outras ocupações | {{{outras ocupações}}} |
| Gravadoras | One Little Indian Elektra Records Rhino |
| Afiliações | The Sugarcubes KUKL |
| Influências | {{{influências}}} |
| Sítio oficial | Björk.com/\/\unity |
| Integrantes | |
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| Ex-integrantes | |
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Björk Guðmundsdóttir ( pronúncia ajuda · ficheiro · ouvir no browser, AFI: [ˈpjœr̥k ˈkvʏðmʏntsˌtoʊhtɪr]), (Reykjavík, 21 de novembro de 1965) é uma influente cantora islandesa famosa no meio da música alternativa. É aclamada pelo seu experimentalismo musical e mundialmente reconhecida pela sua excentricidade. Chama a si várias referências, desde a música clássica até à electrónica mais extrema, criando o que poderá ser designado por pop avant-garde.
Índice |
[editar] Biografia
[editar] Primeiros Sucessos (1977 – 1986)
Aos doze anos de idade, Björk grava o seu primeiro disco, com a ajuda de seu padrasto. O seu primeiro álbum solo, intitulado com o nome da cantora, Björk, é lançado em 1977. O álbum foi lançado apenas na sua terra natal, Islândia, e seu sucesso rendeu-lhe um disco de platina.
[editar] Bandas
Enquanto Björk crescia, o seu contacto com o mundo punk aumentava, e logo Björk forma uma banda feminina chamada Spit and Snot (trad.: "cuspo e ranho"). Responsável pela percussão da banda, toma a liderança do grupo. Com o passar do tempo, Björk vê que os seus instintos de punk já não a inspiram muito e entra numa banda pós-punk chamada Exodus. A banda Exodus não mais dura do que o tempo de uma única aparição na TV acabando logo de seguida. Mesmo assim a insatisfação e curiosidade musical de Björk continuam vivas e Jam-80 seria o seu próximo grupo na sua fase experimental. E apesar de este grupo só lhe render simplesmente uma única digressão, permite-lhe adquirir mais experiência e amadurecimento musical.
Tappi Tíkarrass é a próxima banda em que Björk começa a actuar e lhe proporcionaria dois discos gravados. Nesta época a cantora começou a ter um pouco mais de visibilidade nos meios de comunicação. Após a sua estadia com Tappi Tíkarrass, praticamente no meio da década de 80, uma série de oportunidades para Björk se seguiriam.
Em 85, com o descoberta da gravidez de seu primeiro filho, ela não abandona os seus três anos de estrada com a banda KUKL, mas também consequentemente grava dois álbuns. Logo após a decisão de todos os integrantes do grupo se separarem, a cantora faz um breve participação com os The Elgar Sisters, que lhe rendeu duas gravações que futuramente lhe seriam de grande utilidade.
[editar] The Sugarcubes (1986 – 1992)
Após o nascimento de seu primeiro filho, em 1986, Björk começa sua trilha experimental com a banda The Sugarcubes, o estilo e irreverência da banda conquistariam o selo independente inglês One Little Indian. O primeiro single da banda "Ammæli" ou (Birthday, em inglês) foi lançado em 1987. O single foi reconhecido mundialmente, chamando a atenção da crítica da cena do rock como a cena da música Alternativa. Brevemente o The Sugarcubes lançariam singles de próximo álbum chamado Life’s Too Good, de 88. Com tanta criatividade e qualidade a banda se deu à oportunidade e criou um selo e editora, um dos mais importantes hoje na Islândia, chamado Smekkleysa, inicialmente chamado, e que teria o intuito de gravar outras bandas e publicar poesias e livros, tanto da Islândia com de fora.
O segundo CD da banda, Here, Today, Tomorrow, Next Week!, lançado em 89 não repercutiu tanto como o anterior, causando pouco a pouco a separação da banda. O foco continuaria em Björk, que em 1990 contribuíria com a gravação de Gling-Gló, com o trio mais tradicional de jazz da Islândia, o Trio Guðmundar Ingólfssonar. E não pararia por ai, a cantora continuou e em 91 com o álbum Ex:el, fazendo lhe render duas participações no disco do projeto inglês de Graham Massey, o 808 State, além de algumas apresentações.
E 92 estaria decretado de vez o fim do The Sugarcubes e Björk continuaria sua participação com o 808 State e consequentemente grava “Oops” junto a Nellee Hooper, um dos produtores musicais mais aclamados e requisitados na época. Björk muda-se para Londres e inicia a sua carreira solo. A partir de então, torna-se uma das grandes estrelas da música alternativa. Ganha assim o reconhecimento unânime da crítica. Com tantas influências e experiências, Björk estaria mais que preparada a qualquer obstáculo que pudesse lhe aparecer e seu início de experimentalismo estaria por começar uma longa jornada.
[editar] Inicio / Debut (1993 – presente)
Lançado em Junho de 1993, num estilo pop quase igual ao que a banda The Sugarcubes produzia a mistura do jazz, funk, acid dance, offbeat, que foi produzido por Nellee Hooper e Björk, Debut se destaca como um dos principais álbuns de trip-hop que iniciaram o movimento. Singles como "Human Behaviour" alcançaram o terceiro lugar nos top 10 britânicos, seguindo também na mesma linhagem Big Time Sensuality e outros do álbum. Debut unanimemente foi um sucesso no circuito alternativo, e como sucesso seria tanto lhe renderia colaborações como "Play Dead", que foi especialmente feita para a trilha sonora do filme Rebeldes Americanos (The Young Americans), do mesmo ano, e consequentemente seria incluído nas reedições de Debut, na Europa e Japão. Björk também escreveu "Bedtime Story", faixa do sexto álbum da cantora Madonna, Bedtime Stories.
Em Setembro de 1994 Björk lançou The Best Mixes from the Debut (For All the People Who Don't Buy White Labels) [1], uma compilação de remixes que apoiava o uso das White-labels (Gravadoras Independentes, do inglês etiqueta-branca ou selo-branco).
[editar] Post / Telegram
Durante 1994, Björk entra em estúdio novamente com Nellee Hooper, e mais alguns produtores como Tricky, Howie B, Graham Massey e Marius de Vries, para a produção de seu segundo álbum solo. Post marca a história da carreira da cantora como um dos seus melhores álbuns deixando a consagrada na pelo mundo e principalmente na Europa.[2] Os elementos de experimentalismo do álbum acabam tornando-o um álbum de vanguarda e categoria na época, onde principalmente o primeiro single do álbum, "Army of Me", acabaria de se tornar um dos melhores hits da cantora. O álbum se decorre em elementos imaginários e inomináveis como em "Hyper-Ballad", até o clássico inesquecível "It's Oh So Quiet", que foi inspirado na Broadway. A mistura de jazz, música eletrônica, e ainda caminhando pelo rumo do trip-hop, Björk tornou se a sensação do momento. "Army of Me" entrou no top 10 britânico, "Isobel" segundo single do álbum e segunda parte da trilogia começada por "Human Behaviour", de Debut, e "I Miss You" dão um tom especial a este álbum. Post vendeu mais de 3 milhões de cópias.[3]
[editar] Homogenic
Lançado em 1997, o tão esperado terceiro disco solo da cantora, aos 31 anos, conseguiu agradar quem gosta de música pop bem feita. Bjork se cerca de colaboradores já conhecidos de sucessos seus anteriores, como o produtor Mark Bell, o brasileiro Eumir Deodato e a mesma dupla de engenheiros de som de "Post". As novas canções foram gravadas num estúdio montado numa casa no sul da Espanha e têm a participação de um octeto de cordas islandesa. Segundo Bjork, o álbum chama-se Homogenic devido a todas canções serem similares, homogêneas. "Aquele personagem não tem mais a ver comigo. Estou escrevendo canções totalmente diferentes agora. Eu avancei." diz Bjork durante entrevista de divulgação do álbum, mostrando que neste trabalho está mais clara sua orientação musical. A união de elementos "high-tech" e cordas traduzem a melancolia e introspecção de sua vida e sua terra natal, com vulcões, terremotos e luzes das cidades, ficando bem evidente em seu primeiro video-clipe da canção "joga", dirigido por Michel Gondry, cheias de paisagens islandesas e terminando no coração da cantora. O álbum é bem simbolizado pela arte da capa, que ficou a cargo do designer Paul White, do estúdio de design Me Company, trazendo Bjork como uma samurai japonesa ou uma guerreira cibernética, contando com o fotógrafo inglês Nick Knight e o estilista Alexander McQueen.
[editar] No Brasil
Em 1998, Björk fez seu primeiro concerto no país durante o festival de música Close Up Planet 98, no Rio de Janeiro. Uma apresentação em São Paulo no mesmo festival havia sido marcada, mas devido a problemas com o palco, o show foi cancelado.
Björk veio com sua turnê do álbum Volta durante o TIM Festival 2007 e passou por 3 cidades brasileiras: Rio de Janeiro na Marina da Glória no dia 26 de Outubro, em São Paulo na Arena Anhembi no dia 28 de Outubro e em Curitiba na Pedreira Paulo Leminski no dia 31 de Outubro, todos os shows foram esgotados.
[editar] Discografia
[editar] Videografia
- 1990 - The Video (Polygram)
- 1992 - Á Guðs Vegum (Smekkleysa)
- 1992 - Murder and Killing in Hell (Windsong International Video)
- 2000 - Free Tibet (Ryko Distribution - primera edição em 1999, formato VHS)
- 2001 - MTV Unplugged / Live&Loud (One Little Indian)
- 2001 - Live in Cambridge (One Little Indian)
- 2001 - Live at Shepherd's Bush Empire (One Little Indian)
- 2002 - Live at the Royal Opera House (One Little Indian)
- 2002 - Greatest Hits - Volumen 1993-2003 (One Little Indian)
- 2002 - Volumen Plus (One Little Indian)
- 2003 - Vessel (One Little Indian)
- 2003 - Inside Björk (One Little Indian)
- 2003 - Live Zabor (One Little Indian)
- 2003 - Later with Jools Holland (One Little Indian)
- 2003 - Minuscule (One Little Indian)
- 2004 - The Sugarcubes - the DVD (One Little Indian)
- 2004 - The Sugarcubes - Live Zabor (One Little Indian)
[editar] Nomeações - Prêmios
[editar] Grammy Awards
- 1993 - "Human Behaviour" - Melhor Video Clipe
- 1995 - Post - Melhor Performance Alternativo
- 1995 - "It's Oh So Quiet" - Melhor Video Clipe
- 1997 - Homogenic - Melhor Álbum Alternativo
- 1998 - "Bachelorette" - Melhor Video Clipe
- 1999 - "All Is Full of Love" - Melhor Video Clipe
- 2000 - "Overture" (Selmasongs) - Melhor Performance Instrumental Pop
- 2000 - "I've Seen It All" (Selmasongs) - Melhor Arranjo Instrumental Pop Acompanhando um Vocalista(s)
- 2001 - Vespertine - Melhor Álbum Alternativo
- 2003 - Family Tree - Melhor Box ou Pacote em Edição Limitada Especial
- 2004 - "Oceania" - Melhor Performance Vocal Feminina Pop
- 2004 - Medúlla - Melhor Álbum Alternativo
- 2007 - Volta - Melhor Álbum Alternativo
[editar] Academy Awards
2001 - Melhor Canção Original em um Filme - I've Seen It All - Nomeada
[editar] BRIT Awards
1994 - Revelação em Atuação - Venceu
1994 - Melhor Artista Feminina - Venceu
1996 - Melhor Artista Feminina - Venceu
1998 - Melhor Artista Feminina - Venceu
2001 - Melhor Trilha Sonora - "Selma Songs" - Nomeada
2002 - Melhor Artista Feminina - Nomeada
2006 - Melhor Artista Feminina - Nomeada
[editar] Festival de Cannes
2000 - Best Actress - Venceu
[editar] Globos de Ouro
2001 - Melhor Atriz em um Filme de Drama - Nomeada
2001 - Melhor Canção - "I've Seen It All" - Nomeada
[editar] MOJO Awards
2007 - Prêmio de Inspiração - Venceu
[editar] Televisão
[editar] Filmes
- 1987 - The Juniper Tree, personagem: Margit. (Rhino Home Video)
- 1994 - Prêt-à-Porter, participação não creditada como modelo.
- 2000 - Dancer in the Dark, personagem: Selma Jezcova. (Zentropa Entertainment)
- 2005 - Drawing Restraint 9, (Matthew Barney)
[editar] Bibliografia
- 1984 - Um Úrnat Frá Björk
- 2001 - Björk (Little-i)
- 2003 - Björk Live Book (???)
[editar] Bibliografia relacionada
- Rumo à Estação Islândia, de Fábio Massari. Editora Conrad Livros ( 2001) .
- Post, de Sjón Sigurðsson/Björk Ltd. Bloomsbury (1995).
- Björk - The Ilustrated Story, de Paul Lester. Hamlyn (1996).
- Björk - An Ilustrated Biography, de Mick St. Michael. Omnibus Press (1996).
- Björk Björkgraphy, de Martin Aston. Simon & Schuster (1996).
- Björk, Colección Imágenes de Rock, N°82, de Jordi Bianciotto. Editorial La Máscara (1997).
- Dancer in the Dark, de Lars von Trier. Film Four (2000).
- Army of She, de Evelyn McDonnell. Random House (2001).
- Human Behaviour, de Ian Gittins. Carlton (2002).
- Wow and Flutter, de Mark Pytlik. ECW (2003).
[editar] Curiosidades
- 2004 - Björk interpretou Oceania na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Atenas.
- 2006 - Björk foi eleita a personalidade mais excêntrica do mundo por uma pesquisa da revista da BBC Homes and Antiques.
- Björk também é fã de Elis Regina e afirma que escreveu "Isobel" pensando nela. Quando veio ao Brasil, chorou ao conhecer o filho de Elis.[4]
- Björk regravou a música Travessia de Milton Nascimento
[editar] Referências
[editar] Ligações externas
- Björk.com/\/\unity - Site oficial
- WikiBjörk - Mini wiki brasileiro sobre Björk
- Perfil de Björk em MySpace
- Björk Brasil - Fansite Brasileiro
- Björk em Last.fm
- Björk em One Little Indian - Indian.co.uk
- Björk-online
- Björk em All Music Guide - AllMusic.com
- Profile de Björk em iTunes Store (Requer aplicativo iTunes)
- Discografia de Björk - 77ísland em Björk.com
- Artistas de A-Z: Björk em VH1.com (MTV)
- Björk's Purple Lodge Discografia completa
- Björkish.net - Fansite